O paisagismo parte da mesma lógica que estrutura o conjunto: liberar o centro da quadra e transformá-lo em um pátio vegetado, que passa a organizar os fluxos e as relações entre os edifícios. No centro, um espelho d’água retoma, de forma abstrata, o desenho do Rio Madeira, elemento estruturante do território rondoniense. Ao seu redor, percursos e áreas de convivência conectam as duas lâminas edificadas e evocam a relação histórica entre os rios e a vida na Amazônia.








